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sábado, abril 03, 2004

Mordo o lábio.. 

..no que ao 'Content' diz respeito!
No outro dia pus-me aqui em acérrimo confronto com a mais recente publicação da OMA/AMO. Foi um primeiro impacto com a revista/livro que despoltou alguns recalcamentos em relação ao seu trabalho. Devo confessar que agora, friamente, há coisas boas a retirar! Uns textos muito interessantes que espero vir a postar uns 'extractos' brevemente.
De facto, mordo o lábio e admito que nem tudo é imperceptível. O 'Content' torna-se de facto um cristalizar da vida da OMA num segundo. Torna-se num livro que cheira e se sente como uma revista. Aparece como uma arquitectura de um segundo..um flash, uma imagem. Algo que fala do presente, que se assume como diferente do passado e curiosamente também se assume como pouco preponderante no futuro. Diz-nos que provavelmente no momento da publicação já estará desactualizado.
É preciso entrar no esquema. Tirar as camadas conceptuais e literalmente ignorar as coisas que não se percebem. Apreendê-las como bom tratamento de imagem..nada mais. Depois, entrar nalguns bons textos que nos falam de realidades interessantes a da escala global que a OMA atingiu.
Mantenho..é o primeiro de muitos que aí vêm. Acessível a todos, e com vontade (não assumida) de provocar agregação.
Rem, desculpa lá! No entanto, continuo de olho em ti..suspeito, muito suspeito!

..aqui fica um bom extracto:
"Architecture is a fuzzy amalgamation of ancient knowledge and contemporary practice, an awkward way to look at the world and an inadequate medium to operate on it. Any architectural project takes five years; no single enterprise remains unchanged in the contemporary maelstrom. Architecture is too slow. Yet, the 'word' architecture is still pronounced with certain reverence (outside the profession). It embodies the lingering hope - or the vague memory of hope - that shape, form, coherence could be imposed on the violent surf of information that washes over us daily. Maybe, architecture doesn't have to be stupid after all. Liberated from the obligation to construct, it can become way of thinking about anything - a discipline that represents relationships, proportions, connections, effects, the diagram of everything."
Rem Koolhaas

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