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sexta-feira, maio 21, 2004

Conversas com o Jorge 

Conversando, entrámos no desespero dele, expresso no post anterior. No final, ria-se. Ria-se da sua fatalidade. Da vida a ser consumida. Ria-se! Era o riso de Kafka.

Jorge: "Cada vez que abro um livro dele, tudo fica cinza. Os barcos, as ruas, os candeeiros, tudo tenta dar luz mas...não dá. E durante o dia, tudo nublado!"

Continuou: "Felizmente que o livro é um objecto versátil que dá para fechar e abrir!"
É verdade!

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